Tenho de deixar de comer figos como se não houvesse amanhã.
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19 de agosto de 2011
10 de agosto de 2011
Tenho muito jeitinho, eu...
Sobraram três copos, dos cinco que tinha para lavar. Ainda estou com uma média positiva.
6 de agosto de 2011
For the record
Comprei um zingarelho. Daqueles que se ligam ao Nike+ e me fazem correr que nem uma louca.
Ir
Não, não vou de férias. Parte, foram já gozadas, em areais brasileiros, entre passeios no calçadão e caipirinhas ao final da tarde. O resto, já se verá. Lá para o final do ano, se a entidade patronal (mais a merda do brio profissional e sentido de responsabilidade com que fui amaldiçoada) permitir. Outra vez para longe, espero. Aeroportos e aviões. E escalas. Gosto de férias com escalas. The Kingdom Of Far Far Away. Gosto de ir. Tanto.
26 de julho de 2011
Eu compreendo.
A sério, que compreendo. Dúvidas, ansiedade, insegurança, curiosidade. Há que comparar experiências e ouvir conselhos. Eu compreendo. Há mil histórias para ouvir, outras tantas decisões a tomar e é tudo novo. Juro, eu compreendo. Mas, amigas grávidas, por favor, há quem não tenha filhos, há quem não queira saber, das papas, dos leites, das fraldas, dos infantários, das roupas, das consultas, das ecografias, da decoração dos quartos, dos partos, da amamentação. Pelo menos, não a toda a hora. Em repeat.
Está tudo bem, não está? Isso é que é importante. Então, assim uma vez por semana, vá, contam-nos as novidades todas de uma assentada. Pode ser?
Está tudo bem, não está? Isso é que é importante. Então, assim uma vez por semana, vá, contam-nos as novidades todas de uma assentada. Pode ser?
Dor de alma
A forma irracional com que lido com a amizade, torna-me arrogante e magoa-me profundamente. Mais a mim que aos outros, tenho em crer.
7 de junho de 2011
Análises
Injustificadamente, sempre tive pavor a tirar sangue. Só o fiz, obrigada, três ou quatro vezes e sempre que não pude fugir a isso. Para terem uma ideia a primeira vez que tirei sangue, tinha vinte e cinco anos e concorria ao meu segundo emprego. Sim, porque para o primeiro emprego, algures no século passado, ainda não havia dessas coisas da medicina no trabalho. Mas, bom, não olhava e tal, e a coisa até nem era assim tão assustadora. Até ontem. Ontem, foi o horror. Entre a agulha entupir em ambos os braços, eu quase desmaiar nas mamas da enfermeira, estrelas e suores frios e ter de ser picada uma terceira vez, foi um filme de terror. Dos maus.
Cá inovações de tirar sangue a vácuo, uma porra. A seringa, Sra. Enfermeira, a seringa.
Cá inovações de tirar sangue a vácuo, uma porra. A seringa, Sra. Enfermeira, a seringa.
4 de junho de 2011
Is there a point?
Já deixei de escrever no blog carradas de vezes. Não que, não tenha vontade de o fazer, a questão é: what's the point? Lá vou deixando uns micro posts, twitter style, uma ou outra vez. Ou então, escrevo e apago ou deixo em rascunho, para apagar mais tarde. Nada de novo ou com interesse, as tretas do costume. Queixas do trabalho, fotografias das férias, wishlist de sapatos. The same as the next blog. O "casa-trabalho-trabalho-casa", também não serve de grande inspiração. As eleições, o bullying, os vestidos da gala xpto, a blogosfera as it is, a crise, o ora faz sol, ora está a chover, seriam mais linhas num Google Reader qualquer, sobre assuntos mais do que esmiuçados. Prefiro ler sobre isso, do que escrever. Ouvir, a falar. A ironia do paralelismo com a minha vida.
Nada de amor ou vernizes. That should count for something.
Nada de amor ou vernizes. That should count for something.
21 de março de 2011
Again
Vick Vaporub, ou algo parecido, o belo do tareão e um frio polar, durante o que me pareceu uma eternidade. Sofrer para bela ser ou pelo menos, convencer-me disso. I’m a believer.
19 de janeiro de 2011
Ironia é…
O demónio da minha instrutora de localizada, ter umas asas de anjo tatuadas nas costas.
Só porque cada vez que mexo os braços me lembro dela.
*Dor*
14 de janeiro de 2011
2 de janeiro de 2011
Restart
O início do ano. A ideia de um começo. Clean slate. O alento de um restart, mesmo que em sentido figurado. Está tudo na mesma, nada mudou mas, mesmo assim, sente-se o recomeço, a renovação. É assim desde sempre e sempre assim será. A expectativa de experiências novas, objectivos por cumprir, metas por alcançar. A ilusão das resoluções de fim de ano e a possibilidades de novas vivências. Tudo isto catalizado pela viragem do ano. A energia e a motivação para saborear, momento a momento, um ano novo. Um esperado bom ano novo.
31 de dezembro de 2010
Para 2011
Podia fazer um balanço de 2010, mas não me apetece. Não correu nada mal.
Metaforicamente, amanhã, começa-se tudo de novo, ainda que na realidade seja apenas mais uma noite, mais um nascer de dia. Mais um número. So be it, venha de lá 2011. Mas que seja meiguinho e venha por bem.
Saúde, amor, felicidade e tudo de bom. São os meus votos.
Feliz 2011, pessoas.
24 de dezembro de 2010
22 de dezembro de 2010
21 de dezembro de 2010
People are strange
A limitação que determinadas pessoas têm em ver para além do seu horizonte e das suas percepções, leva-as a distorcer realidades que estão muito para além da sua compreensão. O paradoxo de tal limitação, prende-se com a atribuição, em paralelo, de competências de extrapolação. Os cenários projectados roçam imaginários fantásticos quase comparáveis aos do Tim Burton. Talentos cénicos desperdiçados, é o que é. Pena é que, a realidade das coisas, normalmente, é bem mais simples e triste. A veleidade com que surgem julgamentos e se retiram conclusões, com a ignorante futilidade de quem se cinge ao seu mundo, chega a ser cómica. É o think outside the box aplicado às relações humanas, o que eleva exponencialmente, a subjectividade da coisa.
Leave them alone
Se há coisa que me tira do sério, são criancinhas parvas a correr a trás dos meus gatos. A encurralá-los nos espaços onde estão escondidos. A gritar por eles, enquanto correm a bater com os pés no chão. A agarrá-los pelos rabos e a tentar fazer-lhes festas. Os bichos em stress e os pais impávidos e serenos, a achar muita piada porque “a menina gosta tanto de animais”. Mas a menina, que gosta tanto de animais, perante o aviso, da forte possibilidade, de sofrer um arranhão de um gato enraivecido, à laia de amostra de tigre, ainda os ameaça de extracção ocular, com “uma cacetada”. É bonito de se ver, pois que é. E gosta tanto de animais. Desce em mim um espírito de mãe galinha, perdão, gatinha, que se acaba o sorriso e a simpatia em três tempos. Go away you evil child…
25 de novembro de 2010
9 de novembro de 2010
Bad day
Ontem, a meio de uma reunião, tive uma quase out of body experience. Deixei de ouvir aquilo de que se falava e só pensava “Estou farta desta conversa. E se me despedisse agora? Ia lá a cima, entregava a carta e saia daqui como se fosse voltar amanhã. Assim de simples. À laia de um obrigada, mas não me apetece brincar mais. Deixava de me preocupar com esta merda, de me chatear, de me responsabilizar por coisas com as quais não concordo. De remar contra a maré, de aturar incompetentes bem vistos com ideias estúpidas. Isso é que era.“, mas depois, tocou o telefone e eu voltei a mim.
Pois, não dá muito jeito. Tenho uma casa para comprar. E viagens para fazer.
Pois, não dá muito jeito. Tenho uma casa para comprar. E viagens para fazer.
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