Não, não é daqueles do “eu já sonhei com isto” ou qualquer coisa do género “raios partam a put@ da memória que só funciona para trás”, da Alice e do espelho. É mais, been there, done that, em plena consciência.
E se por um lado, me dá um grande avanço, por não haver surpresas e poder saber antecipadamente com o que contar, por outro, fico com aquela sensação de “fod@-se, não aprendi nada”.
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18 de agosto de 2010
6 de agosto de 2010
May the Force be with you
Sempre que vou beber café, dou de caras com o Darth Vader. É mais baixo do que eu esperava. Eu gosto mais do R2D2. Mas, estou aqui, estou a passar-me para o darkside. Já faltou mais.
5 de agosto de 2010
Disclaimer
Vamos lá ver se me consigo explicar. Eu sou tímida. Não parece e tal, mas sou. Mesmo com pessoas que conheço desde sempre, principalmente com essas, fico assim, meia envergonhada, em determinadas situações. E não, não é charminho.
E uma dessas situações, tem a ver com a leitura aqui do blog. Gente da minha vida, não gosto que leiam o blog comigo ao lado. Assim, sentadinhos ao meu lado, a fazer perguntas e tecer comentários, sobre as palavras no ecrã. As minhas palavras. Não. Mesmo. Para isso, serve esta coisa da caixa de comentários. Por escrito. So, feel free to write whatever you want. Nem que seja, mandarem-me p’ró c@r@lhinho. Mas aqui. No blog. Fico atrapalhada, sem saber o que dizer. Sinto-me como se conseguissem ler os meus pensamentos. Os presentes e os passados. Sem cronologia e sem pedir licença. Não gosto de explicar o que escrevo. É o mesmo que explicar o que sinto, o que penso. Se o quiserem ler, be my guests. Com todo o gosto. Mas, interpretem-no como quiserem. Não o queiram ler com os meus olhos, com o meu coração. Essa é a parte de mim, que fica comigo. É a minha (pequena) liberdade. Desculpem.
E uma dessas situações, tem a ver com a leitura aqui do blog. Gente da minha vida, não gosto que leiam o blog comigo ao lado. Assim, sentadinhos ao meu lado, a fazer perguntas e tecer comentários, sobre as palavras no ecrã. As minhas palavras. Não. Mesmo. Para isso, serve esta coisa da caixa de comentários. Por escrito. So, feel free to write whatever you want. Nem que seja, mandarem-me p’ró c@r@lhinho. Mas aqui. No blog. Fico atrapalhada, sem saber o que dizer. Sinto-me como se conseguissem ler os meus pensamentos. Os presentes e os passados. Sem cronologia e sem pedir licença. Não gosto de explicar o que escrevo. É o mesmo que explicar o que sinto, o que penso. Se o quiserem ler, be my guests. Com todo o gosto. Mas, interpretem-no como quiserem. Não o queiram ler com os meus olhos, com o meu coração. Essa é a parte de mim, que fica comigo. É a minha (pequena) liberdade. Desculpem.
2 de agosto de 2010
E...
...o mar, ditou a compra de uns óculos novos. Algo que andava a adiar.
De vermelho, passo para roxo e laranja. Estes. Discretos, claro. Ou isso, ou lentes de contacto.
Com amigos, de há quinze anos, a descobrirem agora, que tenho olhos verdes.
13 de julho de 2010
Das mudanças
Com a mudança, os gatos andam carentes. Estão que não se pode. É uma sofreguidão, a pedir mimo e escovadelas. Pouco comem e passam a vida a rebolar no chão, à espera que alguém lhes ache piada e lhes faça festas na barriga. Um deles, descobriu agora, que tem cordas vocais ou coiso. Sendo, coiso, aquilo que o faz miar. Mas essa coisa das carências, deve ser contagiosa, porque, para quem até ontem estava bastante bem, hoje deu-me para o sentimento. E vai daí, toca a chorar. A querer ser mulherzinha e forte. Sim, sim, porque eu ainda tenho a mania que sou forte e que nada me toca. A tentar despedir-me das pessoas bem disposta e tal, ah e vamos jantar um dia destes e felicidades e não se esqueçam de ligar e mais não sei quê, com um sorriso parvo na cara, tipo Joker, porque se falasse começava o berreiro. E a minha Albertina ainda se saiu com um Oh menina Cat, veja lá se faz um filho nas férias. Lindo, não é? Começando no "menina" - trinta e quase cinco e adoro ser tratada assim - e terminando na sugestão. Até a minha empregada (Já estou como a outra: ah, put@, só para dizer que tem empregada. Tinha, pois tinha. Que eu sou menina - lá está - de não fazer a ponta de corno. Mas agora não tenho.) tem de lançar a farpinha. Eu bem sabia que não queria lá voltar. À casa, digo. Porta fechada e siga para a frente. Mas, não, que tinha lá ficado o escadote. E um escadote faz sempre falta. E pronto, esta história das despedidas, deixou-me assim a atirar para o carente. A mim e aos gatos.
É cedo
Chego ao trabalho. Tiro os dois telemóveis da mala (ou carteira, ou o que lhe quiserem chamar). Ponho o MP3 a carregar. Acendo o desktop. E ligo o portátil à corrente, para quando precisar dele não ficar sem bateria. E depois, penso que podia viver, tão bem, sem tecnologia. Not.
11 de julho de 2010
Do fim de semana
Pois é. E a Espanha lá ganhou. Afinal, o pulpo, até tinha razão. Fiquei contente. Amanhã, ninguém os atura. Mas passa-lhes depressa. E assim, acabou-se o Mundial. Acabou-se também a mudança. Ou quase. Dói-me até, o mais ínfimo músculo do corpo. Faltam três coisas e amanhã, deixo de ser proprietária. Sim, sem saudosismos. É, sou uma rocha. Fria. Siga. Afinal, estou quase de férias. Sem casa, mas de férias. E daquelas boas: longas e longe. Quando voltar, logo se vê. Estou a três dias de descansar a cabeça (hummm, don't think so) e cansar o corpo. A palmilhar cidades. Tirando a parte da praia. Aí é que vai ser. Shut down. Again, don't think so. Mas pronto, o corpinho ao sol, a torrar. Com cremes (blergh) e de forma a evitar as marcas do bikini. Sim, porque assim que chegar, tenho um casamento e o vestido é cai-cai. E preciso de mar. Mar, até à exaustão. Para me limpar a alma. Desde que não chova. Também dispenso vulcões em erupção. E monções. Monções, também não gosto.
10 de julho de 2010
Estoirada
É como estou. Dez anos depois, deixo a minha primeira casa. Estranhamente, sem saudosismos. Página virada. Mas, guardo no coração, todos os momentos ali passados.
6 de julho de 2010
Do Facebook
Porque é que há pessoas que, insistem em ser nossas "amigas", só porque há não sei quantos anos atrás andamos na mesma escola, aquela com mais de dois mil alunos ou porque são primas do amigo do rapaz que vivia ao pé de não sei quem, e depois, se nos vêm na rua, não nos reconhecem?
Não compreendo. São sessenta e cinco. Convites pendentes.
Não compreendo. São sessenta e cinco. Convites pendentes.
4 de julho de 2010
Do fim de semana
A despedida de solteira. Não a minha, que essa já foi, há muito tempo. O Algarve. As miúdas. A piscina. Com golfinhos. O sol. Calor, muito. Bikinis e Havaianas. As playlists do IPod. Os 80's. The Killers. Sempre presentes. Os shots de vodka de pêra. Kings of Leon no Liberto's. Inesperado. As caipiroscas de uva preta. A DJ Sexation. A T'shirt verde e os convites para café. O descanso. Os mergulhos, que me limpam a alma. Os risos e a conversa jogada fora. A repetir, meninas.
30 de junho de 2010
Mas é que podia ser qualquer um
Qualquer um. Mas não. Depois do dia de hoje, tinha de estar a dar o Armageddon. Para acabar em alta. Não podia ser nada animado. Não. Tinha de ser um daqueles que me faz chorar baba e ranho. Sim, podia mudar de canal. Pois, podia. Não consigo. Devem ser mensagens subliminares ou assim, coiso. Sim, deve ser isso. Só não posso é ver a cena das bolachas. E a dos pauzinhos. E a do elevador da nave. E... Vou ali cortar os pulsos, já venho.
27 de junho de 2010
Da blogosfera #4
Leio e releio, posts etéreamente espalhados pela blogosfera. A dúvida instala-se: mas anda tudo a viver o mesmo que eu?
26 de junho de 2010
Fado
Não sou nacionalista. Não gosto de populismos. Santos populares, feirinhas e afins, mas é que, nem ao longe. Não ligo ao tradicional. Não defendo o país com unhas e dentes. Sofro, quanto baste, pela selecção. E nunca tinha ligado a Fado.
Um convite inesperado, para um jantar numa casa de fados, fez-me ouvir e sentir o Fado.
No restaurante Sr.Vinho. Aconselho vivamente.
Um convite inesperado, para um jantar numa casa de fados, fez-me ouvir e sentir o Fado.
No restaurante Sr.Vinho. Aconselho vivamente.
A encaixotar
Um bem haja, a sete anos de trabalho, numa distribuidora de livros. Há ensinamentos que guardamos, sem bem saber porquê, just in case. Volvida uma década, a arte de saber fazer caixotes, está a dar-me um jeitaço.
18 de junho de 2010
Se eu fosse...
... uma blogger à séria, escrevia qualquer coisa inteligente sobre a morte do Saramago.
Temos pena. Heresia a minha, não gostar da escrita do senhor.
Temos pena. Heresia a minha, não gostar da escrita do senhor.
15 de junho de 2010
Life's too short...
São palavras inesperadas, aquelas que me fazem parar. Espetam-se em mim como agulhas, nos sítios certos. Tornam-se naquela dor incómoda, constante e que não passa com analgésicos.
14 de junho de 2010
Ainda os Santos
E as festas na Igreja? Aí sim, comemorávamos os Santos à séria. Dessas festas, gostava. Eram as primeiras saídas à noite. Tínhamos ordem de soltura até mais tarde, porque havia sempre algum adulto conhecido, por perto. E estavamos no adro da Igreja, bolas!
Mas conseguiamos, sempre, fugir para saltar à fogueira ou para ir namorar no jardim. Compravamos rifas até não termos braços para levar tanta tralha para casa e bebiamos cerveja às escondidas - estavamos a contribuir, de forma benemérita, para a conservação do edifício da Igreja. O facto de ser a pagar álcool, era uma penitencia por nós assumida.
E numa dessas festas, pediram a minha mão ao meu pai. Obviamente, ele ofereceu as duas. As dele, claro. Assim, fechadinhas, em forma de punho.
Os putos, agora, já não saltam à fogueira, pois não? Deve haver uma teoria qualquer de que, se o fizerem, correm o risco de se transformarem em pirómanos loucos, ou qualquer coisa assim do género.
Mas conseguiamos, sempre, fugir para saltar à fogueira ou para ir namorar no jardim. Compravamos rifas até não termos braços para levar tanta tralha para casa e bebiamos cerveja às escondidas - estavamos a contribuir, de forma benemérita, para a conservação do edifício da Igreja. O facto de ser a pagar álcool, era uma penitencia por nós assumida.
E numa dessas festas, pediram a minha mão ao meu pai. Obviamente, ele ofereceu as duas. As dele, claro. Assim, fechadinhas, em forma de punho.
Os putos, agora, já não saltam à fogueira, pois não? Deve haver uma teoria qualquer de que, se o fizerem, correm o risco de se transformarem em pirómanos loucos, ou qualquer coisa assim do género.
13 de junho de 2010
Os Populares
Detesto os Santos. Os arraiais e os bailaricos. As marchas na avenida. As quadras populares. O bairrismo. As Noivas. As multidões a descerem à Bica e a subirem ao Castelo.
Mas gosto das sardinhas. E dos manjericos.
E queria tanto fazer um pedido ao Sto. António. Mas depois disto, dúvido que ele me ouça.
Mas gosto das sardinhas. E dos manjericos.
E queria tanto fazer um pedido ao Sto. António. Mas depois disto, dúvido que ele me ouça.
9 de junho de 2010
Cat, a profiler
A minha paixão por livros policiais - Agatha Christie (óbvio, Poirot rulez!), Val McDermid, Boris Starling, Elizabeth Peters, and so on - faz-me imaginar as coisas mais absurdas sobre algumas pessoas, que se cruzam comigo na rua. Teço teorias da conspiração, raptos maquiavélicos e macabros serial killers. Armo-me em profiler e disseco, ao pormenor, cada possível assassino, no meu raio de visão. Pois, paranóias. Mas podia dar-me para pior, com aquilo que costumo ler. Eu nunca disse que tinha os parafusos todos, pois não?
Anyway, ninguém me tira da cabeça que, aquele homenzinho de meia idade, enfezado e encolhido sobre ele próprio, de olhar esgazeado, com ar de quem ainda vive com a mãe, de calças roxas e camisa aprumada e abotoada até ao colarinho, que se cruzou comigo à saída do trabalho, tinha acabado de cortar alguém aos bocados e ia ao Gourmet, comprar especiarias, para cozinhar uma das pernas para o jantar.
Anyway, ninguém me tira da cabeça que, aquele homenzinho de meia idade, enfezado e encolhido sobre ele próprio, de olhar esgazeado, com ar de quem ainda vive com a mãe, de calças roxas e camisa aprumada e abotoada até ao colarinho, que se cruzou comigo à saída do trabalho, tinha acabado de cortar alguém aos bocados e ia ao Gourmet, comprar especiarias, para cozinhar uma das pernas para o jantar.
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