19 de Fevereiro de 2012
Um dia
Eu sabia que me devia ter ficado pelo décimo quinto capítulo. Oh Inês, fartei-me de chorar, pah!
17 de Fevereiro de 2012
Saudosismos
Há dias em que o som da loja é um revival completo. Agora, Eternal flame das Bangles. Outra presença lamechas na bendita cassete.
16 de Fevereiro de 2012
Constatações externas e imprevistas
- Já percebi que hoje não estás bem.
- Hã?!
- Estás cheia das coisas que não prestam.
15 de Fevereiro de 2012
Ah pois é!
Eu não disse que ainda matava alguém? Terceira aula e o mestre cai redondo aos meus pés, a gemer de dor, no momento em que ia corrigir a minha posição. Uppercut seguido de roundkick e ele K.O. estendido no chão. Isso ou os meus sexy powers. E toda a aula a olhar para mim com cara de o que é que a "miúda" nova lhe fez.
Afinal foi uma distenção muscular. Damn!
Afinal foi uma distenção muscular. Damn!
14 de Fevereiro de 2012
Not a Valentine's Day cliché
Há dias insuportáveis de trabalhar numa grande superficie. Hoje é um deles. Além dos corações, peluches, vermelhos e rosas e afins por todo o lado, já não suporto estas músicas de ir ao..., perdão, de fazer meninos...
13 de Fevereiro de 2012
12 de Fevereiro de 2012
Era isso ou estudar
Back in the day, não havia ouija boards. Ou pelo menos nós não tinhamos. Jogavamos ao copo, em vez de passarmos as tardes a estudar, claro. Um copo de vidro, virado para baixo, numa mesa de madeira, indicadores a tocar muito ao de leve na base do copo, média luz, sem pais em casa e uns cérebros muito crédulos e assustadiços, que achavam que alguma força superior nos ia dar as respostas às (des)ilusões amorosas pelas quais passavamos na altura. Força superior ou não, respostas não tivemos, mas houve choradeiras à séria e uns quantos sustos de morte. Respect.
Overdose de Red Carpet
Feira das Vaidades #3
10 cm. Usados over and over. Tirando a sola de borracha, com o brasão em relevo, que se esfarelou nas duas primeiras semanas e que obrigaram a uma prematura visita ao sapateiro, foram um óptimo investimento.
9 de Fevereiro de 2012
Dos livros por ler
Andava a engonhar o John le Carré. Ficou a meio, na gaveta do escritório, para quando me esquecer de um livro para ler no caminho de casa. Ou seja a pilha não diminui, é tipo, baralha e volta a dar.
Hormonas ou coiso
Evito escrever quando estou triste. O irónico é que nessas alturas é quando mais me apetece escrever e até parece que escrevo melhor. Sai directamente do coração, sem filtros, deve ser por isso. Hoje é um daqueles dias. As lágrimas bailam-me nos olhos por tudo e por nada. Deve ser TPM ou uma merda dessas. E apetece-me escrever, mas penso quem quererá ler a tristeza que me aperta o peito, e acabo por não escrever nada. Ainda que seja uma tristeza ampliada, créditos às hormonas, claro está.
Depois lembro-me das meninas, ao almoço, a dizerem-me que isto é um Bigbrother. Que queremos é saber. Um voyeurismo permitido da vida dos outros. Se assim é, so be it, mostro um bocadinho da ferida. Estou triste.
Depois lembro-me das meninas, ao almoço, a dizerem-me que isto é um Bigbrother. Que queremos é saber. Um voyeurismo permitido da vida dos outros. Se assim é, so be it, mostro um bocadinho da ferida. Estou triste.
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