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28 de setembro de 2010

Eyes wide open

Sensações presas no subconsciente, que se libertam com algo inesperado. Porque, por vezes, é preciso que seja um innocent bystander a mostrar-nos algo, para onde estavamos fartos de olhar, mas sem conseguir ver.

18 de agosto de 2010

Déjà vu.

Não, não é daqueles do “eu já sonhei com isto” ou qualquer coisa do género “raios partam a put@ da memória que só funciona para trás”, da Alice e do espelho. É mais, been there, done that, em plena consciência.
E se por um lado, me dá um grande avanço, por não haver surpresas e poder saber antecipadamente com o que contar, por outro, fico com aquela sensação de “fod@-se, não aprendi nada”.

26 de setembro de 2007

Erros


Aprendi que, sempre que erramos, nos é dada a oportunidade de corrigir esse erro.
Apenas temos de decidir se o queremos fazer, ou não.

7 de setembro de 2007

Pressentimentos


Há cerca de dois anos que faço aquele caminho todos os dias, a pé.
Hoje, não sei porquê, tive um estranho pressentimento. Voltei para trás e pela primeira vez, decidi ir de metro. É mais demorado e tenho de trocar de linha, mas achei que o devia fazer.
Não é raro ter estes pressentimentos. Deixo que o destino me guie e me mostre o que quer.
Mas, desta vez, não aconteceu absolutamente nada. Não interessa.
Podia ter acontecido.

2 de julho de 2007

Sincronicidade

"It's a poor sort of memory that only works backwards..." 
in Through the Looking-Glass by Lewis Carroll