Dias de “what’s new” no net-a-porter, são dias de window shopping, ou seja, babar, cortar pulsos e ambicionar, fervorosamente, acertar nos números do euromilhões. Só hoje, gastava assim de repente, uns quantos milhares de euros. E não, não ficava vestida para o Inverno. Quatro coisas. Só.
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1 de agosto de 2011
4 de junho de 2011
Só para me contradizer...
O verniz azul da Sephora? Eh pah, não. Unhas tingidas, com aspecto de se desintegrarem em dez segundos, depois de quase morrer intoxicada com o excesso de acetona...
2 de junho de 2010
Alguém que me explique...
Porque raio, as pseudo fashionistas da blogosfera portuguesa, só publicam fotografias com roupitas da Zara, H&M, Primark, Stradivarius e afins?
Nada contra, atenção. Compro muita roupa na Zara. Mas também, não ando aí a tirar fotografias e a postá-las no blog, como se tivesse vestida de Alexander McQueen ou Balmain, com uns Brian Atwood ou uns Louboutin (oh p'rá intimidade no tratamento), nos pés.
Nada contra, atenção. Compro muita roupa na Zara. Mas também, não ando aí a tirar fotografias e a postá-las no blog, como se tivesse vestida de Alexander McQueen ou Balmain, com uns Brian Atwood ou uns Louboutin (oh p'rá intimidade no tratamento), nos pés.
25 de maio de 2010
8 de abril de 2010
Da massagem #2
Contextualizando, aqui a menina, decidiu fazer umas massagens. Daquelas de drenantes, tonificantes, reafirmantes e o diabo a quatro. Nada de mariquices de aromaterapias ou coisas relaxantes. Massagens das boas. Daquelas em que se leva porrada a sério, sempre com a promessa de que, quando chegar ao Verão, estamos boas, boas, mesmo que sejamos uns camafeus de primeira.
Assim como conceito, isto é brilhante. Massagenzitas e tal, sossegaditas, sem grande esforço e ficamos perfeitas para enfrentar a praia, cheias de autoconfiança, sem celulite no rabo ou gorduritas a mais.
Hum hum. Certo.
Além de ser martirizada por uma maquineta inspirada numa daquelas coisas sádicas, à laia de instrumentos de tortura, do tempo da inquisição, durante vinte minutos, ainda passo outros vinte e cinco minutos, a gritar que nem uma porca em dia de matança, tal é a dor causada pelas mãos da massagista e o tareão que levo. Além disso, ainda me esfregam com uma treta verde e gelada, com cheiro de Vick Vaporub intenso, durante todo o processo e que me faz tiritar de frio durante duas horas. É muito bom. Not.
Portanto, depois deste sacrifício todo, é mesmo bom que fique boa, boa. Mas mesmo boa.
Assim como conceito, isto é brilhante. Massagenzitas e tal, sossegaditas, sem grande esforço e ficamos perfeitas para enfrentar a praia, cheias de autoconfiança, sem celulite no rabo ou gorduritas a mais.
Hum hum. Certo.
Além de ser martirizada por uma maquineta inspirada numa daquelas coisas sádicas, à laia de instrumentos de tortura, do tempo da inquisição, durante vinte minutos, ainda passo outros vinte e cinco minutos, a gritar que nem uma porca em dia de matança, tal é a dor causada pelas mãos da massagista e o tareão que levo. Além disso, ainda me esfregam com uma treta verde e gelada, com cheiro de Vick Vaporub intenso, durante todo o processo e que me faz tiritar de frio durante duas horas. É muito bom. Not.
Portanto, depois deste sacrifício todo, é mesmo bom que fique boa, boa. Mas mesmo boa.
30 de março de 2010
Tico e Teco
Há dias, em que gostava de ter só dois neurónios, simbólicamente, como é óbvio. Mas, só dois. Assim, as transmissões entre um e o outro, eram simples e directas. Sem complicações. Sem ruído. Ou sim, ou não. Sem conjecturas ou desvios. Preto ou branco. Sem grandes raciocínios. Assim de simples. Nada de grandes análises pseudo filosóficas, com hipóteses remotas ou considerações complexas, para assuntos de importância residual.
Ou isso, ou desactivarem o chip da complicação que tenho integrado. Ficava agradecida.
Ou isso, ou desactivarem o chip da complicação que tenho integrado. Ficava agradecida.
28 de fevereiro de 2010
Wishlist
Descobertas numa montra, em plena Piazza di Spagna - Roma. Dividida entre a magnitude do local e a futilidade de umas gladiator sandals, que nunca me ficariam bem.
13 de dezembro de 2009
14 de outubro de 2009
9 de agosto de 2009
9 de março de 2009
De gaja...
Hoje decidi pôr rímel. Comprei um novo, para experimentar, daqueles que aumentam as pestanas em 80%. Que exagero, tretas, pensei eu enquanto pagava.
Mas, afinal, parece que funciona...
As minhas pestanas, cresceram tanto, tanto, que estão a incomodar os meus óculos. 'Dasse!!!
(Sofrer, para bela ser... Aguenta...)
3 de fevereiro de 2009
Wishlist
Já que vem aí o São Valentim e é suposto eu receber uma prenda, posso pedir estas sandálias, posso?! Ficavam tão lindas, no meu pezinho...
8 de janeiro de 2009
Conversas de gaja
Quem me conhece, sabe que não tenho paciência para “conversas de gaja”. Se estou num grupo de conhecidos (atenção à nuance), o mais provável, é estar junto dos homens, mesmo que seja a jogar PS3 e não, em conversas “de chacha” com as mulheres. Excepção feita, obviamente, às minhas amigas do coração, com as quais posso destilar o meu veneno à vontade...
É muito raro conseguir manter, por mais do que dez (cinco, três...) minutos, uma conversa que se baseie em roupa, compras (trabalho numa grande superfície, como tal deito roupa e consumismo pelos olhos), cabelos (o meu cabelo é lavar e já está), filhos (ainda não tenho e abomino conversas de gravidezes, amamentações, partos e afins) e dietas (sou cozinhó-excluída, mas adoro comer e beber). Sim, porque mulheres que pouco se conhecem (entenda-se), é disto que falam. Além disso, sou demasiado prática, pouco dada a romantismos e digo directamente o que penso, o que normalmente não é muito bem aceite, no seio de um grupo estritamente feminino. Prefiro estar do “outro lado”, agarrada ao comando da consola e normalmente a dar uma coça a uns e outros, no SoulCalibur IV.
Escusado será dizer que, não vale a pena convidarem-me para “jantar de gajas”, mesmo entre amigas, porque eu vou arranjar uma desculpa esfarrapada para declinar o convite. Há alguns anos, caí na asneira de ir a um jantar desses e arrependi-me amargamente. Acho mesmo que, deixou marcas profundas e permanentes na minha personalidade, susceptíveis de causar a necessidade de recorrer a umas sessões de psicoterapia.
Para despedidas de solteira então, esqueçam. Salvo, três ou quatro amigas muito especiais, não faço esse sacrifício por mais ninguém. E mesmo por essas três ou quatro excepções, se houver pilas na cabeça ou idas a casas de strip masculino, abandono o prestigiado evento, na primeira oportunidade que surja.
Sim, tenho complicómetro e sim, sei (e gosto de) ser víbora como qualquer mulher. Só não tenho pachorra para a separação de géneros, socialmente aceite e muito menos para quem a promove.
22 de outubro de 2008
Ironia
Andava há cerca de três semanas, para sair mais cedo do trabalho e ir ao cabeleireiro. Um tanto armada em dondoca, é certo, mas o meu cabelo agradece, ou melhor, na presente situação, implora, algum tratamento para além da dose diária de shampoo (é assim que se escreve?) e amaciador! Mas, durante a semana o cabeleireiro fecha às 19h, o que torna impraticável, sair do trabalho à hora "normal" (a pergunta que se impõe: qual é a hora normal para sair do trabalho?)e conseguir chegar a tempo de o apanhar aberto (Para quando, o teletransporte? Hum?) ou com a cabeleireira disponível para me atender. Ao sábado, é para esquecer, porque meia clientela do estabelecimento, tem, tal como eu, o mesmo problema de horário e a cabeleireira não aceita marcações.
Faço aqui um parêntesis, para salientar que, não tenho paciência para experimentar outro sítio, porque detesto que me mexam na cabeça, não percebo a diferença entre madeixas, nuances, farandol, shampoo de cor ou outro qualquer produto que mude a cor do cabelo, não uso secador há perto de vinte anos (salvo raras excepções) e esta cabeleireira já sabe a história toda e manda-me para casa com o cabelo como eu gosto, sem me chatear.
Ontem, sem reuniões ou fogos para apagar (eu sou quase bombeira, não sabiam?!?), lá consegui sair mais cedo, de forma mais ou menos tranquila e dirigir-me ao cabeleireiro.
O porquê, da ironia? O título deste post deve-se, unicamente, ao facto de o bem dito cabeleireiro, fechar à terça-feira.
10 de outubro de 2008
Coisa de gaja
Estou, pelo segundo dia consecutivo, a estrear uns sapatos. Uns novinhos em folha, outros com alguns meses, mas que ainda não tinha tido coragem de calçar (Oh, bendita calçada portuguesa...). Ambos, com 10 cm de salto. Amanhã, não ponho os pés no chão...
23 de setembro de 2008
Experiências
Céptica, deixei-me levar. Entrei a medo, observando de alto a baixo, como só uma mulher consegue fazer, cada presença na sala. Ansiosa, até porque, detesto “primeiras vezes”, é sair muito fora da minha comfort zone. Mas, estranhamente, senti-me bem (eu consigo ser bastante antipática em situações de possível desconforto), apesar da neura que se tinha instalado em mim, durante o dia. Já que ali estava, mais valia assumir uma pseudo insanidade temporária e entrar no papel, o que fez com que, me divertisse bastante e até gostasse do ambiente. Era a terapia perfeita, para um dia negro.
Apesar de não ter os adereços necessários, não me pareceu tivesse feito muito má figura, para uma primeira vez. Eu sabia, que tantos anos a fingir que dançava ballet, durante a infância, me serviriam para qualquer coisa. No final, perguntaram-me se tinha gostado e se era para continuar. “Parece que sim”, respondi.
No rescaldo da primeira aula de dança do ventre, doem-me as pernas, os glúteos, os braços, as costas, os ombros... mas, parece que vou voltar na próxima semana.
21 de abril de 2008
Tinha de ser!
Pois é. Depois, é suposto conter-me. Mas tornam tudo tão difícil... Uma sapataria?!!? Mesmo na porta ao lado do The Office, com tanto tipo de loja para abrir (ainda tive a vã esperança de que fosse um ginásio), tinha que ser uma sapataria?!?! E já que era para ser uma sapataria, que fosse daquelas caríssimas... mas não, sapatos giríssimos e com preços acessíveis... E é só descer a escada...
Ainda por cima, de uma marca nova e com o meu número. Quem é que aguenta?! Eu não...
(Primeira visita, primeiro par de sapatos comprados...Lindos!!)
16 de abril de 2008
Arrumações

O escritório já está pintado (após quatro demãos de um discreto verde “Sapo ADSL”), a “biblioteca” arrumada e o IRS entregue. A secretária está por montar (já contamos com quatro idas ao Ikea – a esta altura, dou toda a razão ao Ricardo Araújo Pereira, na sua crónica da Visão, quando diz que devíamos entregar, aos senhores do Ikea, o cheque rasgado aos pedacinhos e fita-cola, para eles o colarem), o computador por ligar (Ok! hoje já está!!) e os papéis por guardar, nas pastas respectivas (até para o ano).
Desde quinta-feira passada que ando a fazer o “turno da noite” – de rolo em punho, em cima do escadote ou de chave Allen na mão, a apertar os milhentos parafusos dos fantásticos puzzles, perdão, móveis, suecos. Incontáveis idas ao Ecoponto (sim, eu reciclo!) e um camadão de alergia ao pó (Ah!Ah! livros malditos, agora vão ficar fechadinhos nos armários para verem como é!!) são o rescaldo do meu fim de semana.
Quem diria que, um quarto de treze metros quadrados, daria este tipo de trabalho?!?
Desde quinta-feira passada que ando a fazer o “turno da noite” – de rolo em punho, em cima do escadote ou de chave Allen na mão, a apertar os milhentos parafusos dos fantásticos puzzles, perdão, móveis, suecos. Incontáveis idas ao Ecoponto (sim, eu reciclo!) e um camadão de alergia ao pó (Ah!Ah! livros malditos, agora vão ficar fechadinhos nos armários para verem como é!!) são o rescaldo do meu fim de semana.
Quem diria que, um quarto de treze metros quadrados, daria este tipo de trabalho?!?
31 de março de 2008
Quando é o Natal, mesmo!?!
13 de janeiro de 2008
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