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29 de maio de 2010

Coisas assim, estúpidas.

Desde há muitos anos, que tenho um segundo brinco, em forma de lua, na orelha esquerda. Este brinco (e aqui começa a parte das coisas estúpidas), representa a minha gata Lua - Oh! que coincidência uma lua a representar a Lua, como é que te foste lembrar de uma coisa dessas...
Bem, whatever, voltando à Lua, é a gata que ficou em casa dos meus pais quando fui viver para Madrid e depois quando mudei para minha casa. Digamos que, ocupou o meu lugar lá em casa. Acho que a minha Mãe refila com ela, como se fosse comigo. E chama-lhe Cat de vez enquando, tenho a certeza.
O brinco é uma ligação parva (eu avisei) que tenho com ela: é o ela olhar por mim, como sempre fazia e o eu saber que ela está bem. Já o perdi imensas vezes, mas sempre o encontrei. Mas sempre, nesses pequenos momentos em que não o tenho, penso sempre se a Lua estará bem. Sim, sim, eu sei. É um bocado estúpido. Muito, vá. Lamechices minhas, deixem-me, sim.
Pois é, na quinta-feira perdi-o de vez. E não tenho, nem encontro outro. Assim pequenino, em forma de meia lua. Damn it!

14 de janeiro de 2009

Sarilhos & Alá

Achei extremamente pertinente, a brilhante advertência do Dom José Policarpo, às “jovens portuguesas”. Para mim já vai tarde, mas, pronto, pelo menos, fico a saber que não vou ter sarilhos. Fui esperta. Ou então tive sorte, apaixonei-me na religião certa. E as “jovens portuguesas” muçulmanas? Também vão ter sarilhos se casarem com outros muçulmanos? E os “jovens portugueses”? Safam-se ou não? As muçulmanas também causam problemas? Ou são só eles? Apesar de criada numa família católica, não sou praticante, nem tenho uma fé religiosa por aí além. Sou mais de acreditar em forças do Universo, leis da física e reacções quimícas. Mas, cresci a acreditar que éramos todos iguais aos olhos de Deus, como entidade etérea e que escolhemos, ou não, acreditar, independentemente do nome que lhe queiramos chamar. Nisso e no Amor... Pelos vistos, andei enganada este tempo todo. Diz quem sabe do assunto. De tolerância religiosa e de Amor. O Cardeal Patriarca de Lisboa. Depois, querem aproximar as pessoas da Igreja. Certo...

7 de janeiro de 2009

Bom, bom...

... é terminar o dia (noite) a instalar uma placa de vitrocerâmica, que se comprou no Media Markt no dia anterior. Obviamente, não sem antes, passar pelo Aki, para comprar anilhas e afins... A minha entidade patronal que leia isto...

9 de dezembro de 2008

Divórcio

Tenho a leve impressão de que, a incorporação do canal Sci Fi, na programação do Meo, ainda vai ser a causa do meu divórcio...

19 de novembro de 2008

Ah, a pescaria...

Em tempo de crise, há que improvisar e o meu rico marido, com medo que eu passasse fominha, decidiu, como bom chefe de família que é (e não, não é benfiquista), que deveria providenciar o meu sustento. E o que fez? Foi ao hipermercado? À praça? Não! Foi à pesca... Portanto, para aprender a não ser tão céptica, relativamente ás capacidades piscatórias (pelos vistos e comprovadamente, brilhantes), do P., tenho agora, a arca cheia de carapaus, douradas, “aquelas” coisas parecidas com as douradas e um outro peixe estranho, que se pensa comestível. Ah! E um pargo que foi desviado por outro “pescador” mas que vai voltar à procedência. Todos, por amanhar, claro. Cheiinhos de escamas...

15 de outubro de 2008

Creep - Radiohead

Com um destinatário definido e especial.
Porque já são quatro anos de casados.
Porque sou feliz.
Porque não me imagino sem ele.
Porque o amo.
When you were here before
Couldn't look you in the eye
You're just like an angel
Your skin makes me cry
You float like a feather
In a beautiful world
I wish I was special
You're so fucking special
But I'm a creep
I'm a weirdo
What the hell am I doing here?
I don't belong here.
I don't care if it hurts
I just want to have control
I want a perfect body
I want a perfect soul
I want you to notice
When I'm not around
You're so fucking special
I wish I was special
But I'm a creep
I'm a weirdo
What the hell am I doing here?
I don't belong here.
She's running out again
She's running out
She run, run, run, run
Run.
Whatever makes you happy
Whatever you want
You're so fucking special
I wish I was special
But I'm a creep
I'm a weirdo
What the hell am I doing here?
I don't belong here
I don't belong here.

11 de outubro de 2008

Ponderar*

do Lat. ponderare v. tr., pesar, apreciar, avaliar o peso (no sentido moral); ter em consideração; ter em atenção; expor com fundamentos; v. int., reflectir, pensar. by Priberam * Ou o melhor é nem pensar muito... Existem (in)decisões, sobre as quais é preferível não pensar muito. Tomá-las de impulso, assim, tipo bungee jumping, mas sem corda. Apelar à espontaneidade e seguir em frente, de cabeça erguida. Por mais avassaladores que sejam as consequências, positivas ou negativas e caso as haja, there’s no look back. E porque existem (in)decisões que são actos de amor, não há espaço para arrependimentos ou culpas. São e serão sempre, apenas, decisões tomadas.

10 de setembro de 2008

E porque...

... o meu irmão fez anos ontem e eu estava de mau humor...
Happy Birthday, Little Brother!
... I really do love you ...

12 de julho de 2008

Parabéns, Mãe!


Eu sei que consigo ser arrogante, irascível, bruta, insensível, intolerante, mas também sei que só tu é que me aturas... Sei que não tens culpa dos males do mundo e que só me queres ver feliz. Eu sou feliz, desde que estejas a meu lado. Desculpa.
Eu amo-te, Mãe!
Postal daqui.

14 de fevereiro de 2008

14 de Fevereiro


Para quê comemorar o dia de São Valentim? É impressão minha ou os gestos de amor deveriam ser generalizados nos outros 364 (ou 365, este ano) dias do ano?
Óbvio que, gosto de receber presentes (mas não aqueles peluches manhosos cheios de corações) e que me digam "Amo-te!", mas gosto todos os dias, não apenas no dia 14 de Fevereiro!!!

Portanto, neste blog, celebra-se o AMOR o ano inteiro, não há cá dessas imposições de datas arranjadas para se incentivar o consumo! Ainda bem que a minha entidade patronal não sabe da existência deste meu refúgio...

12 de dezembro de 2007

Acho que...

...ele, gostou da prenda...

Parabéns, Love!

Mais um ano. Já nem sei há quanto tempo comemoramos aniversários juntos. O teu, o meu, os dos outros, o de namoro, o de casamento... Nem faz sentido, comemorar datas, se não estivermos os dois... Mais um. Estás a ficar velhinho, de cabelinhos brancos e resmungão... Mas és o meu velhinho! Tudo o que sinto por ti, tu sabes e sentes, o que te (nos) desejo, também... por isso e simplesmente: Parabéns Love!! E que continuemos a comemorar este dia, sempre juntos!

4 de dezembro de 2007

Relações


As relações entre os casais são muito complicadas. Já quando se trata da nossa, por vezes, é difícil de entender, quanto mais, termos a pretensão que sabemos o que se passa nas relações dos outros. Quantas vezes pensamos (ou mesmo dizemos) “aquilo não vai durar” ou “estava mais feliz com a/o ex” ou “o que raio viu nele/a”?
Tenho, entre amigos e conhecidos, os mais diferentes tipos de casal: aqueles que ninguém nota que são um casal; aqueles que exageram tanto nos carinhos que parecem falsos; aqueles que não têm absolutamente nada em comum; aqueles que parecem o casal perfeito; aqueles que estão juntos desde sempre; aqueles que se conheceram ontem; aqueles em que ele manda nela ou ela nele; aqueles que discutem à frente de toda a gente; aqueles que nunca, mas mesmo nunca se chateiam; aqueles que fazem uma vida completamente independentes um do outro; aqueles que parecem siameses...
Saber qual das relações funciona melhor? Impossível. Depende de pessoa para pessoa, das personalidades dos dois, do ambiente familiar que os rodeia, da vontade que cada um tem em fazer a relação funcionar.
Inesperadamente, ontem, dei por mim a pensar, relativamente a alguém conhecido, “mas porque carga de água, estes dois, ainda estão juntos”?! Obviamente não tenho nada a ver com isso, cada um sabe de si, mas é inevitável, quando existe empatia por alguém, seja um amigo ou meramente conhecido.
Queremos o melhor para quem gostamos e muitas vezes achamos que sabemos qual é esse “melhor”. Erro crasso. Não sabemos, não podemos saber. Podemos ter uma ideia, acreditar numa intuição ou idealizar uma situação que funcionaria connosco. Mas nunca poderemos ter a certeza do que é melhor para nós próprios, quanto mais para os outros.

9 de setembro de 2007

Happy Birthday, Brother!!


Apesar de nem sempre estarmos de acordo, nos entendermos, nos falarmos, nos vermos, eu sei que estás aí e tu sabes que estou aqui…SEMPRE.

Love you. Happy Birthday!!!

26 de agosto de 2007

Parabéns, Pai!

"Ser pai é acima de tudo, não esperar recompensas.
Mas ficar feliz caso e quando cheguem.

É saber fazer o necessário por cima e por dentro da incompreensão.
É aprender a tolerância com os demais e exercitar a dura intolerância (mas compreensão) com os próprios erros.

Ser pai é aprender errando, a hora de falar e de calar.
É contentar-se em ser reserva, coadjuvante, deixado para depois.

Mas jamais falar no momento preciso.

É ter a coragem de ir adiante, tanto para a vida quanto para a morte.
É viver as fraquezas que depois corrigirá no filho, fazendo-se forte em nome dele e de tudo o que terá de viver para compreender e enfrentar.

Ser pai é aprender a ser contestado mesmo quando no auge da lucidez.
É esperar.
É saber que experiência só adianta para quem a tem, e só se tem vivendo.

Portanto, é agüentar a dor de ver os filhos passarem pelos sofrimentos necessários, buscando protegê-los sem que percebam, para que consigam descobrir os próprios caminhos.

Ser pai é saber e calar.
Fazer e guardar.
Dizer e não insistir.
Falar e dizer.
Dosar e controlar-se.

Dirigir sem demonstrar.
É ver dor, sofrimento, vício, queda e tocaia, jamais transferindo aos filhos o que, a alma, lhe corrói.

Ser pai é ser bom sem ser fraco.
É jamais transferir aos filhos a quota de sua imperfeição, o seu lado fraco, desvalido e órfão.

Ser pai é aprender a ser ultrapassado, mesmo lutando para se renovar.
É compreender sem demonstrar, e esperar o tempo de colher, ainda que não seja em vida.

Ser pai é aprender a sufocar a necessidade de afago e compreensão.
Mas ir às lágrimas quando chegam.

Ser pai é saber ir-se apagando à medida em que mais nítido se faz na personalidade do filho, sempre como influência, jamais como imposição.
É saber ser herói na infância, exemplo na juventude e amizade na idade adulta do filho.
É saber brincar e zangar-se.

É formar sem modelar, ajudar sem cobrar, ensinar sem o demonstrar, sofrer sem contagiar, amar sem receber.

Ser pai é saber receber raiva, incompreensão, antagonismo, atraso mental, inveja, projeção de sentimentos negativos, ódios passageiros, revolta, desilusão e a tudo responder com capacidade de prosseguir sem ofender; de insistir sem mediação, certeza, porto, balanço, arrimo, ponte, mão que abre a gaiola, amor que não prende, fundamento, enigma, pacificação.

Ser pai é atingir o máximo de angústia no máximo de silêncio.

O máximo de convivência no máximo de solidão.

É, enfim, colher a vitória exatamente quando percebe que o filho a quem ajudou a crescer já, dele, não necessita para viver.

É quem se anula na obra que realizou e sorri, sereno, por tudo haver feito para deixar de ser importante"


Fonte Mensagens e Poemas


Amo-te, Pai.

21 de julho de 2007

Amar



"É fácil amar os que estão longe. Mas nem sempre é fácil amar os que vivem ao nosso lado."
by Madre Teresa de Calcutá

12 de julho de 2007

Parabéns, MÃE!

...e obrigada pelo teu amor, pelos puxões de orelhas, pelo teu carinho, pela tua compreensão, pelos teus ralhetes, pela confiança, pelos conselhos, pelas palmadas, pela ajuda, por estares sempre presente, por dizeres que sim, por dizeres que não, pelos avisos, pelo mimo, pelo riso, pelo choro, por fazeres de mim quem sou...

Obrigada por seres o meu porto de abrigo.
Amo-te!