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20 de maio de 2011
17 de maio de 2011
9 de junho de 2010
Cat, a profiler
A minha paixão por livros policiais - Agatha Christie (óbvio, Poirot rulez!), Val McDermid, Boris Starling, Elizabeth Peters, and so on - faz-me imaginar as coisas mais absurdas sobre algumas pessoas, que se cruzam comigo na rua. Teço teorias da conspiração, raptos maquiavélicos e macabros serial killers. Armo-me em profiler e disseco, ao pormenor, cada possível assassino, no meu raio de visão. Pois, paranóias. Mas podia dar-me para pior, com aquilo que costumo ler. Eu nunca disse que tinha os parafusos todos, pois não?
Anyway, ninguém me tira da cabeça que, aquele homenzinho de meia idade, enfezado e encolhido sobre ele próprio, de olhar esgazeado, com ar de quem ainda vive com a mãe, de calças roxas e camisa aprumada e abotoada até ao colarinho, que se cruzou comigo à saída do trabalho, tinha acabado de cortar alguém aos bocados e ia ao Gourmet, comprar especiarias, para cozinhar uma das pernas para o jantar.
Anyway, ninguém me tira da cabeça que, aquele homenzinho de meia idade, enfezado e encolhido sobre ele próprio, de olhar esgazeado, com ar de quem ainda vive com a mãe, de calças roxas e camisa aprumada e abotoada até ao colarinho, que se cruzou comigo à saída do trabalho, tinha acabado de cortar alguém aos bocados e ia ao Gourmet, comprar especiarias, para cozinhar uma das pernas para o jantar.
22 de outubro de 2009
A vida depois de Lisbeth
E agora, não há nada que me apeteça ler...
Depois deste senhor, todos os livros em que pego me parecem “sem sal”.
25 de julho de 2009
In case you’re wondering…
Sim, é verdade. Também eu, me rendi à quadrilogia juvenil do momento. Por curiosidade, qual gata que se preze, quanto à euforia Twilightiana, decidi, numa tarde de domingo, num daqueles domingos sem nada para fazer, ver o filme.
Na comparação livro-filme, pelo menos, sabia que, não podia ficar desiludida. Não tinha lido nenhum dos livros, portanto, podia ver o filme à vontade. Sem personagens imaginadas, nem cenários fantasiados. Em branco.
Estava com aquela perspectiva de “mais um filme de adolescentes, mas com vampiros”.
Inesperadamente, o Twilight arrebatou-me. Houve mesmo alturas em que tive de me lembrar que não estava a respirar. Percebi a paixão das adolescentes pelo Edward Cullen. A euforia pela saga. E a ansiedade pelo desenrolar da história.
Convencida, li todos livros de seguida. Estou a meio do último.
Prefiro os livros. Como sempre.
16 de outubro de 2007
Desafio literário
Desafiada pela Mary, tenho de pegar num livro que tenha à mão, abrir na pág. 161 e copiar a quinta frase completa. Ok. Então, olho para minha mesinha de cabeceira e tenho cerca de quinze livros (não, não é exagero, que o comprovem os meus amigos queridos que são também leitores deste meu modesto blog). A dificuldade é escolher aquele que "está mais à mão". Escolhido!
"O Terceiro Gémeo" - Ken Follett (emprestado aqui pela minha vizinha do lado...)

Agora, pág.161, quinta frase:
"O sistema funcionava, pensou ela com ar triunfante."
(Haja alguém ainda com fé no sistema... ou então não, afinal, este livro é de ficção...)
Supostamente deveria desafiar mais cinco blogs. Não o vou fazer porque, já tenho visto este desafio na maioria dos blogs que leio. Como tal e para quem quiser fazê-lo, sinta-se desafiado(a) por mim!
"O Terceiro Gémeo" - Ken Follett (emprestado aqui pela minha vizinha do lado...)

Agora, pág.161, quinta frase:
"O sistema funcionava, pensou ela com ar triunfante."
(Haja alguém ainda com fé no sistema... ou então não, afinal, este livro é de ficção...)
Supostamente deveria desafiar mais cinco blogs. Não o vou fazer porque, já tenho visto este desafio na maioria dos blogs que leio. Como tal e para quem quiser fazê-lo, sinta-se desafiado(a) por mim!
9 de setembro de 2007
A gracinha da minha Mãe...

...ok, eu estava a merece-la...
“I want those shoes" é o nome do novo livro da jornalista romana de nascimento e milanesa de adoção Paola Jacobbi.
Paola é colaboradora da revista "Vanity Fair" e traz, neste livro, um giro na história moderna dos calçados. Uma leitura leve, prazerosa e, ao mesmo tempo, cheia de informações interessantes para quem trabalha com calçados ou, simplesmente, é fanático por eles.
A autora também traça o perfil psicológico das mulheres, segundo os sapatos que usam: mocassins cômodos, sneakers, bicos finos, saltos altíssimos, botas, bailarinas, modelos masculinos, sandálias, plataformas e tantos outros modelos.
Fala-se de forma divertida que, a única mulher que não pôde viver o bom momento da aquisição de um par de sapatos foi Eva. Acrescentando que, “se no Paraíso tivesse existido uma loja de sapatos, a história da humanidade poderia ter sido diferente!!!”
Na publicação, situa-se o sapato como um capítulo à parte na história da moda e do glamour: “O poder mágico deles se reflete nas nossas vidas, no cinema, na arte e, até mesmo na música (...)”, exprime o livro.
A informação veio daqui.
2 de setembro de 2007
"A Desaparecida"

Era pequenito e foi lindo num instante.
Mostra como as pessoas conseguem ser maquiavélicas, sem muito esforço.
Foi adaptado ao cinema no filme "The Vanishing", com Jeff Bridges e Kiefer Sutherland. Não vi o filme. Nunca leio livros de filmes que já vi.
9 de agosto de 2007
"Não sou o único" II
Estou praticamente no fim deste livro.
É esquisito entrar pela intimidade de alguém que não conhecemos e que nos habituamos a ver em cima de um palco.
É engraçado a forma como nos envolvemos na vida de uma família, igual a tantas outras, mas com a qual não temos qualquer tipo de contacto, só porque um dos membros é alguém importante no nosso panorama musical..
É impensável não nos emocionarmos com as palavras que vamos absorvendo, com os testemunhos que vamos lendo, com os acontecimentos que nos são apresentados, com os sentimentos que nos são descritos.
Gosto de Xutos desde que me conheço.
Seja através da influência dos meus pais (sim, porque eles assistiram ao mítico concerto de 13 de Janeiro de 1979, nos Alunos de Apolo), ou pelos dias (e noites) passados em Torres Novas, com os "Agostinhos" (banda de garagem que, em dada altura, me adoptou como mascote e que corria, numa Ford Transit azul, todas as terriolas da zona, a cantar covers dos Xutos e com os quais eu aprendi a maioria das letras, enquanto montavamos palcos e luzes ou durante os ensaios), certo é que as músicas dos Xutos fazem parte da minha vida desde sempre.
E o Zé Pedro é uma figura emblemática, principalmente para a minha geração (os trintões), não só dos Xutos, mas da música portuguesa e da divulgação da música em Portugal.
Ao ler o livro, fico apenas com uma mágoa: nunca ter entrado no Jonnhy Guitar. Não sei porquê, pois sempre que saia à noite ia para o Subsolo que era mesmo ao lado. Acho que por ter uma série de amigos betinhos que achavam o Johnny Guitar demasiado alternativo para a altura...
É esquisito entrar pela intimidade de alguém que não conhecemos e que nos habituamos a ver em cima de um palco.
É engraçado a forma como nos envolvemos na vida de uma família, igual a tantas outras, mas com a qual não temos qualquer tipo de contacto, só porque um dos membros é alguém importante no nosso panorama musical..
É impensável não nos emocionarmos com as palavras que vamos absorvendo, com os testemunhos que vamos lendo, com os acontecimentos que nos são apresentados, com os sentimentos que nos são descritos.
Gosto de Xutos desde que me conheço.
Seja através da influência dos meus pais (sim, porque eles assistiram ao mítico concerto de 13 de Janeiro de 1979, nos Alunos de Apolo), ou pelos dias (e noites) passados em Torres Novas, com os "Agostinhos" (banda de garagem que, em dada altura, me adoptou como mascote e que corria, numa Ford Transit azul, todas as terriolas da zona, a cantar covers dos Xutos e com os quais eu aprendi a maioria das letras, enquanto montavamos palcos e luzes ou durante os ensaios), certo é que as músicas dos Xutos fazem parte da minha vida desde sempre.
E o Zé Pedro é uma figura emblemática, principalmente para a minha geração (os trintões), não só dos Xutos, mas da música portuguesa e da divulgação da música em Portugal.
Ao ler o livro, fico apenas com uma mágoa: nunca ter entrado no Jonnhy Guitar. Não sei porquê, pois sempre que saia à noite ia para o Subsolo que era mesmo ao lado. Acho que por ter uma série de amigos betinhos que achavam o Johnny Guitar demasiado alternativo para a altura...
5 de agosto de 2007
Who, me?!
| How well do you know the Harry Potter book series? Obsessed I'd tell you to get a life, but I'd be a hypocrite. |
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28 de julho de 2007
"Não sou o único"

Apesar de já estar a ler dois livros ao mesmo tempo, e de ter pelo menos mais 15 por ler em cima da mesinha de cabeceira, não resisti e comprei mais um...
Mas este é especial: teve direito a autografos da autora e do visado da biografia.
Ah! e duas beijocas do Zé Pedro!
(...)
Tantas vezes, tantos dias
Por causa de temosia
Nós perdemos a vontade
De ouvir outra verdade
De deixar entrar o ar
Só pensando em acabar
Mesmo que fiquemos sós
(...)
in Teimosia
letra: Tim
música: Xutos & Pontapés
24 de julho de 2007
Ya lo tengo!
3 de julho de 2007
Está decidido!
16 de junho de 2007
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