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7 de junho de 2011
3 de setembro de 2010
Condenados
E não é que, agora que já estava tudo preparado para o descrédito da justiça, à laia de bom português, ah e tal, a ladainha do costume, que já se sabia que isto ia tudo cair em saco roto, sete anos de martírio e estes canalhas vão sair impunes, porque é só esquemas e cunhas, que a justiça portuguesa é sempre a mesma merda, é uma vergonha e o tal e o mesmo, afinal condenam os gajos? Não se faz.
13 de junho de 2010
Os Populares
Detesto os Santos. Os arraiais e os bailaricos. As marchas na avenida. As quadras populares. O bairrismo. As Noivas. As multidões a descerem à Bica e a subirem ao Castelo.
Mas gosto das sardinhas. E dos manjericos.
E queria tanto fazer um pedido ao Sto. António. Mas depois disto, dúvido que ele me ouça.
Mas gosto das sardinhas. E dos manjericos.
E queria tanto fazer um pedido ao Sto. António. Mas depois disto, dúvido que ele me ouça.
10 de junho de 2010
8 de janeiro de 2010
Who's there?
Desde as sete da manhã de hoje, que, no meu telefone pessoal (aquele que só é utilizado pelos meus pais e irmão), caem chamadas e mensagens, umas atrás das outras (só sms’s já são dez e chamadas, foram pelo menos quinze), de um número de telefone, que não consta nos meus contactos.
Mas, todas as tentativas de contacto, são feitas através de um serviço da operadora chamado “S.O.S. Pagas?”. Ou seja, alguém que eu não conheço, está doido da vida para falar comigo, mas só se for eu a pagar.
O engraçado disto, sem ter piada nenhuma, é que, quando decidi aceitar a chamada para saber quem era (tal era a insistência das chamadas, que já estava a ponderar uma série de filmes), a resposta que o obtive foi “O número que marcou não está disponível”. E quando liguei directamente, de outro telefone, desligaram, delicadamente (not!), o telefone na minha cara. WTF?!
Caríssima pessoa, whoever you are, é só para informar que, o número de telefone está barrado e que já não há cá hipótese de conversas. Espero que te tenhas divertido.
Mas, todas as tentativas de contacto, são feitas através de um serviço da operadora chamado “S.O.S. Pagas?”. Ou seja, alguém que eu não conheço, está doido da vida para falar comigo, mas só se for eu a pagar.
O engraçado disto, sem ter piada nenhuma, é que, quando decidi aceitar a chamada para saber quem era (tal era a insistência das chamadas, que já estava a ponderar uma série de filmes), a resposta que o obtive foi “O número que marcou não está disponível”. E quando liguei directamente, de outro telefone, desligaram, delicadamente (not!), o telefone na minha cara. WTF?!
Caríssima pessoa, whoever you are, é só para informar que, o número de telefone está barrado e que já não há cá hipótese de conversas. Espero que te tenhas divertido.
24 de setembro de 2009
Constatação recente
Não suporto os jingles da TSF, logo pela manhã. Nem pela tarde, for all that matters.
Nem as palhaçadas ridículas, de gente a fingir que gosta de chocolate Twix para ganhar uma PS3, na Comercial, nem os giggles constantes e sem sentido, da rapariga da Mega FM, nem as baboseiras da Best Rock...
Cheguei à conclusão de que o silêncio, é a melhor opção.
3 de junho de 2009
28 de maio de 2009
No cinema
Há algum tempo, que não ia ao cinema. Andava com imensa vontade de assistir a um bom filme, num ecrã gigante mas, já percebi porque é que aderi à piratagem.
Shame on me, que gosto ver o filme descansadinha. Mas, ou as regras (de etiqueta - já pareço a Paula Bobone) mudaram, ou então, eu estou muito mais exigente (not). Parece que é difícil de entender, mas eu explico. Com calma, para todos entenderem. Quando se entra numa sala de cinema, é suposto:
1# Desligar o telemóvel - estar todo o filme a trocar mensagens e a ver vídeos não é bonito, principalmente quando as pessoas que estão a trás, tipo eu, estão o tempo todo, a levar com a luz do telemóvel na tromba. Menos mal que, não houve chamadas para atender.
2# Não fazer barulho e isto inclui:
. Bocas foleiras e provocações baratas – são desnecessárias e atrapalham o ritmo do filme, mesmo que este seja mauzinho. Além disso, ninguém está interessado nas vossas opiniões e o senhor que está a tomar conta da sala, não vos vai dizer nada para não arranjar confusão. Portanto, já ganharam, mas calem-se, sim?!
. Gritinhos histéricos – são dispensáveis. Se determinada cena, vos faz assim tanta confusão, o mais provável é, não terem idade para verem o filme, portanto, para a próxima, experimentem ver a idade aconselhada e ponderem antes de comprar os bilhetes.
. Conversas de café – esta não é muito complicada de perceber. Para contarem à amiga que estão chateadas com o namorado, onde foram no fim-de-semana ou outra merda qualquer, façam-no no café. Por favor.
3# Ver o filme. Esta é mesmo muito simples, até porque se supõe, ter sido para isto que pagaram o bilhete. Que por acaso, até nem são nada baratos. Portanto, ou assistem e deixam as outras pessoas ver a película descansadas ou saem da sala.
É preciso um desenho?
26 de janeiro de 2009
22 de janeiro de 2009
“Crazy”
O meu horóscopo para hoje, diz que vou ter um e passo a citar “totally crazy day”. Começando pelo facto de que me levantei uma hora mais cedo, para evitar o trânsito e que obviamente, com a chuvada que estava, foi uma estratégia falhada e demorei o dobro do tempo a chegar ao trabalho. Passando pelo facto de que, desde o meio-dia estou em standby para uma reunião super importante, mas que, muito provavelmente, vão achar que eu não preciso de ir e nem me vão chamar, até porque sou a única mulher e como tal não tenho nada de importante a aportar, excepto o pequeno pormenor, negligenciável até, de que, quem vai gerir aquilo que vai ser definido na reunião, até sou eu.
Continuando, pelo dente (da frente, claro!) que acabei de partir, a mastigar uma pastilha...
“Crazy” não me parece o adjectivo adequado. “De merda” parece-me muito melhor.
Resta saber se tende a piorar ou se vamos ficar por aqui...
15 de janeiro de 2009
Aftas
Aftas. Três. É o que dá, por me tentar portar bem e evitar destilar veneno. Ser boazinha. Simpática e tolerante. Não empinar o nariz e saber quando me devo calar. Engolir sapos.
Ah! E tal...não podes ser assim! Não deixas cair uma no chão! És tão má!
Pois é, mas acho que, se mordo a língua, morro envenenada...
Bendito Pyralvex!
14 de janeiro de 2009
Sarilhos & Alá
Achei extremamente pertinente, a brilhante advertência do Dom José Policarpo, às “jovens portuguesas”. Para mim já vai tarde, mas, pronto, pelo menos, fico a saber que não vou ter sarilhos. Fui esperta. Ou então tive sorte, apaixonei-me na religião certa.
E as “jovens portuguesas” muçulmanas? Também vão ter sarilhos se casarem com outros muçulmanos? E os “jovens portugueses”? Safam-se ou não? As muçulmanas também causam problemas? Ou são só eles?
Apesar de criada numa família católica, não sou praticante, nem tenho uma fé religiosa por aí além. Sou mais de acreditar em forças do Universo, leis da física e reacções quimícas. Mas, cresci a acreditar que éramos todos iguais aos olhos de Deus, como entidade etérea e que escolhemos, ou não, acreditar, independentemente do nome que lhe queiramos chamar. Nisso e no Amor...
Pelos vistos, andei enganada este tempo todo. Diz quem sabe do assunto. De tolerância religiosa e de Amor. O Cardeal Patriarca de Lisboa.
Depois, querem aproximar as pessoas da Igreja. Certo...
1 de novembro de 2008
20 de outubro de 2008
10 de outubro de 2008
PowerPoint
Ao chegar ao trabalho, atrasada como sempre e com o imperativo de enviar, rapidamente, três ou quatro mails, qual é o meu espanto (not) quando constato que tenho a mailbox (outra vez) colapsada (o Word diz-me que esta palavra não existe, mas isso não interessa nada). Sem espaço na mailbox, por cortesia de um colega espanhol, que não sabe formatar ficheiros de Excel e os envia, em conjuntos de três (pelo menos), carregadinhos de fórmulas, completamente dispensáveis e que conferem uns bons megas extra, a uns ficheiritos que deviam ser “da treta” e também, de um conhecido, que se delicia a enviar dezenas de mails (com vídeos, fotografias, MP3, you name it), no final que cada dia de trabalho.
Duas horas depois, os ficheiros do espanhol já foram limpos, porque, como sempre, não eram válidos para Portugal e os outros mails, os de palhaçada, arquivados.
Arquivados, é como quem diz, apagados, pois, com certeza, mais de metade deles são de ficheiros em PowerPoint, cheios de fotografias lindas de bebés, animais, flores e paisagens idílicas, repletos de lições de (e para) a vida e de juras de amizade, com musiquinhas lamechas (menos mal que aqui no The Office não há placas de som para ninguém) como enquadramento musical, to get us in the mood e absorvermos bem, aquelas bonitas frases, que vão chegando slide após slide.
Cada vez que tenho de fazer uma apresentação em PowerPoint, até me benzo três vezes, no sentido figurado, pois não sou muito dada a religiões (menos mal que é só a minha mãe que lê este blog, porque o meu pai não ia gostar muito desta “confissão”), pois detesto trabalhar com dita aplicação: é chata, irritante e nunca fica como eu quero. Certo! Se calhar sou eu que não sei trabalhar com aquilo... Mas, gostava de saber quem é que se dá ao trabalho, de fazer este tipo de ficheiritos, lindos, enternecedores, cheios de ensinamentos e moral. Só para lhes dizer uma coisita: GET A LIFE!
4 de setembro de 2008
Instantâneo #3
Tenho quase a certeza que, se eu tivesse um QI abaixo da média, era tão mais feliz. Se fosse burra. Estúpida, mesmo...
...pelo menos, deixava de me irritar com a estupidez dos outros.
3 de setembro de 2008
Instantâneo #2
Há dias em que tenho que ter muito cuidado para não trincar a língua. É que, com a quantidade de veneno que destilo de vez em quando, ainda me mato...
Instantâneo #1
Transcende-me o facto de, ainda me conseguir espantar, com a capacidade que as pessoas têm de se desresponsabilizar, daquilo que não lhes interessa, mas que efectivamente, lhes deveria interessar...
15 de junho de 2008
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