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30 de janeiro de 2008
15 de dezembro de 2007
23 de novembro de 2007
10 de novembro de 2007
31 de outubro de 2007
22 de setembro de 2007
25 de agosto de 2007
12 de agosto de 2007
7 de agosto de 2007
Equilibrio

"E enquanto uma chora, outra ri; é a lei do mundo, meu rico senhor; é a perfeição universal. Tudo chorando seria monótono, tudo rindo, cansativo; mas uma boa distribuição de lágrimas e polcas, soluços e sarabandas, acaba por trazer à alma do mundo a variedade necessária, e faz-se o equilíbrio da vida."
Machado de Assis, in 'Quincas Borba'
30 de julho de 2007
21 de julho de 2007
Amar
19 de julho de 2007
17 de julho de 2007
Solidão?!
"Estar sentado nas rochas, a contemplar ribeiros e colinas
divisar pouco a pouco as sombras da floresta
onde habitam as coisas que escapam ao homem
e por onde nunca os mortais se aventuraram,
subir ao monte inacessível, desconhecido,
com o rebanho selvagem que dispensa o redil,
e debruçar-me sobre despenhadeiros e cascatas espumantes
- isto não é solidão: é apenas dialogar
com os encantos da Natureza, contemplando os seus recursos."
divisar pouco a pouco as sombras da floresta
onde habitam as coisas que escapam ao homem
e por onde nunca os mortais se aventuraram,
subir ao monte inacessível, desconhecido,
com o rebanho selvagem que dispensa o redil,
e debruçar-me sobre despenhadeiros e cascatas espumantes
- isto não é solidão: é apenas dialogar
com os encantos da Natureza, contemplando os seus recursos."
Lord Byron
14 de julho de 2007
A Admiração é a Primeira de Todas as Paixões
"Quando o primeiro contacto com algum objecto nos surpreende e o consideramos novo ou muito diferente do que conhecíamos antes ou então do que supunhamos que ele devia ser, isso faz que o admiremos e fiquemos espantados com ele. E como tal coisa pode acontecer antes que saibamos de alguma forma se esse objecto nos é conveniente ou não, a admiração parece-me ser a primeira de todas as paixões. E ela não tem contrário, porque, se o objecto que se apresenta nada tiver em si que nos surpreenda, não somos emocionados por ele e consideramo-lo sem paixão."
René Descartes, in 'As Paixões da Alma'
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